25 de Novembro de 2009

MISSA - PARTE 4 - Entrada da Palavra (Procissão da Bíblia)

Arquivado sob: Liturgia - Missa — admin @ 07:51

Após o Glória nós temos o “Oremos”. Em seguida vem as leituras, porém algumas comunidades e paróquias têm o costume de fazer uma procissão de entrada da bíblia, com cânticos, encenações, etc. E não há nada de errado nisso, mas só quero lembrar um detalhe:

Se tivemos o costume de sempre fazer o canto de Entrada da Palavra corremos o risco de perder esse brilho quando chegar o mês de setembro, mês próprio da Bíblia, Palavra de Deus. Por isso, talvez, o ideal seja fazê-lo somente no mês 09 mesmo. Assim, a assembléia perceberá a “diferença”, a importância que lhe é dada. (Não que nos outros meses ela não tenha a mesma importância).

E mais alguns toques:
- Esse canto deve ser um canto breve. Quando a Palavra chegar lá na frente (para o padre, ambão, altar…) o cântico deve ser encerrado;
- Devemos ter um cuidado especial para não colocar nesse momento uma música de Aclamação ao Evangelho;
- Obviamente a letra da música deve falar sobre a Palavra de Deus. Evite-se usar quaisquer outros cantos apenas por achá-los bonitos;

O canto de entrada da Palavra deve preparar as pessoas para a mensagem de Deus que será transmitida, por isso a utilização de antífonas também seria muito interessante (apesar de ser mais comum utilizá-la na Aclamação ao Evangelho - um dos próximos temas que escreverei aqui no Blog).

Algumas sugestões de músicas (citarei apenas algumas ok?) que podemos usar nesse momento:
- A Palavra de Deus já chegou, nova luz clareou para o povo, quando a bíblia sagrada se abriu….
- Fala Senhor (Banda Bom Pastor).
- Quero levar essa bíblia
- Escuta Israel
- Tua Palavra é lâmpada
- Preparai o caminho

Deus abençoe!
Jorge

24 de Novembro de 2009

Apenas um convidado

Arquivado sob: Violões - Guitarra, Tecladistas, Bateristas, Cantores — admin @ 09:01

Fiquei muito feliz quando recebi o convite de um amigo, me chamando para cantar na missa em sua comunidade. E além desta honra ele me pediu uma ajuda para escolhermos as músicas que seriam cantadas. Bom, passei o repertório pra ele e deixei claro que eram apenas sugestões, no qual ele tinha todo o direito de acatar ou não. Tanto que nem todas as músicas foram de fato escolhidas.

Bom, com essa introdução eu quero dizer o seguinte: quando nós somos convidados para alguma coisa, seja para tocar, cantar ou ajudar em algo, nós somos apenas convidados… simplesmente convidados… temos que saber o nosso lugar. Não temos que achar que porque fomos chamados temos algum direito de mudar as coisas. Não é porque fomos gentilmente lembrados que somos mais importantes que alguém. Não! Vamos lá, façamos o nosso trabalho, agradecemos e é isso, ponto final.

Acontece que vemos brigas desnecessárias por causa disso. São irmãos que se consideram importantes demais a ponto de dizer: “Ok, eu vou tocar com vocês, mas apenas se eu fizer aquele solo….” ou “…apenas se eu cantar o salmo…” ou ainda: “… só se cantarmos tal música….”
É triste vermos esse espírito (desculpe-me dizer, mas…tão pequeno).
Ah, ainda tem aqueles casos de “pecuinha”, por exemplo: “Ok, eu toco com vcs, mas apenas se fulano não tocar…” ou “só toco se fulano cantar comigo…”

Parece até brincadeira, mas existe sim esse tipo de imaturidade. Por isso, da importância de alguém mais experiente, um líder…

Jesus nos ensinou que quando formos chamados para uma festa devemos nos sentar nos últimos lugares, então o dono da festa nos verá e nos chamará para um lugar mais a frente. Deu pra entender não deu?
Nada de querer aparecer. Quando somos chamados de “convidados especiais” significa que somos queridos e fomos lembrados carinhosamente pelos nossos amigos. Convidado especial não significa especial por suas qualidades técnicas ou por sua voz maravilhosa. Não é nada disso.

Ah, outra coisa importante: quando somos convidados (pelo menos eu penso assim) devemos nos comprometer por inteiro, ou seja: precisamos ensaiar também, não apenas chegar na hora para cantar. Também devemos ajudar nos preparativos, ajudar a montar os instrumentos, aparelhagem técnica, etc. Quando acabar a missa (ou grupo de oração, evento, etc) também devemos continuar ali, ajudando, arrumando tudo. Nada de ir embora e dizer “minha parte terminou…”

E vejam que interessante: aquele que tem a voz bonita ou que toca bem é até lembrado, mas não do mesmo jeito que aquele irmão que partilha de todos os momentos.
Um “Obrigado” aos irmãos que nos convidaram também faz muita diferença viu? Nunca se esqueça disso. Mas que seja sincero, de coração… pois a missa não foi mais bonita apenas por nossa participação. Seria muita demagogia da nossa parte pensar assim. A missa foi mais bonita, o grupo foi mais bonito pelo sim verdadeiro de cada coração que ali trabalhou, que preparou o evento, a celebração e por todas as pessoas presentes. Tudo ficou mais bonito devido ao empenho, dedicação e esforço de cada um.

Nós por nós mesmos não somos nem uma gotinha nesse oceano. Busquemos o último lugar, que é o nosso verdadeiro lugar.

Acredito fielmente que trabalhando dessa forma, sempre com zelo e consideração aos irmãos só temos a ganhar.

Deus abençoe!
Jorge

12 de Novembro de 2009

MISSA - PARTE 3 - Glória (Hino de Louvor)

Arquivado sob: Liturgia - Missa — admin @ 11:31

O canto de Glória (ou Hino de Louvor) é mais uma dessas partes da Missa que possuem fórmula específica e precisamos respeitá-la. Mas para respeitá-la é bom entendê-la, não é mesmo?
Quantas e quantas vezes não achei que bastava alguma música que contivesse em sua letra os dizeres “Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo“… mas não é bem assim, pois o Estudo 79 da CNBB sobre a Música Litúrgica no Brasil diz claramente: “O Glória… não constitui uma aclamação trinitária (como muitos pensam - louvor ao Pai, Filho e Espírito Santo).

O correto é que nesse momento se louve ao Pai e ao cordeiro.
Como assim? Bom… vou tentar esclarecer melhor a respeito desse canto. Por isso, reuni informações de várias fontes diferentes, mas com certeza confiáveis, ok? Vamos lá…

Como todo rito litúrgico o Hino de Louvor (que já vem desde os primeiros séculos da Igreja) possui uma teologia, um sentido e um porque. Vejamos a explicação desse canto tão profundo em seu conteúdo no próprio Missal Romano, número 53:

O Glória é um antiqüíssimo e venerável hino com que a Igreja, congregada no Espírito Santo, glorifica e suplica a Deus e ao Cordeiro. Não é permitido substituir o texto deste hino por outro…“.

Vamos entender: a Igreja nos diz que há dois pontos que precisamos levar em conta: glorificar e suplicar ao Pai e ao Cordeiro (Jesus Cristo). E ainda: não podemos substituir esse texto por qualquer outro, assim, manteremos a comunhão com a Igreja.

Importante também é que em sua letra contenha:
“Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por ele amados”.
Logicamente que não apenas isso e basta, mas esse hino tem sua origem naquele canto dos anjos que ressoou pela primeira vez nos ouvidos dos pastores de Belém, na noite no nascimento de Jesus (cf. Lc 2,4).

Na sua origem, o ‘Glória’ era entoado durante o ofício da manhã. Só bem mais tarde – por volta do século IV – é que aparece prescrito na liturgia eucarística do Natal podendo ser entoado apenas pelo bispo. Esse costume se prolongou por muito tempo. Porém, no final do século XI já há notícias do uso do ‘Glória’ em todas as festas e domingos, exceto na Quaresma. Então os presbíteros já podiam entoá-lo.

O ‘Glória’ pode ser dividido em três partes:

a) O canto dos anjos na noite do nascimento de Cristo: ‘Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por ele amados’;

b) Os louvores a Deus Pai: ‘Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças pro vossa imensa glória’;

c) Os louvores seguidos de súplicas e aclamações a Cristo: ‘Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o Santo, só vós o Senhor, só vós o Altíssimo Jesus Cristo’

O ‘Glória’ termina com um final majestoso, incluindo o Espírito Santo. É importante lembrar que esta inclusão não constitui, em primeira instância, um louvor explícito à terceira pessoa da Santíssima Trindade. O Espírito Santo aparece relacionado com o Filho, pois é neste que se concentram os louvores e as súplicas. Em outras palavras: o Cristo se mantém no centro de todo o hino. Ele é o Kyrios, o Senhor que desde todos os tempos habita no seio da Trindade.

O que temos visto de errado nas celebrações? Ou seja, o que temos cantado?
Vejamos alguns exemplos de músicas que não poderiam ser cantadas como Hino de Louvor:

- Glória, Glória ao Pai Criador, ao Filho redentor e ao Espírito: glória
- Glória a Deus, Glória a Deus, Glória ao Pai…
- Canto louvores ao Pai, canto louvores ao Pai a Ele louvores e glória
- Glória a Deus Pai, Glória a Deus Filho, Espírito de amor (CD Cantai Louvores a Deus - Laercio Oliveira).

De preferência que hino de louvor seja sempre cantado e não rezado.

Ainda: como se trata de um hino de louvor é importante a participação de toda a assembléia e não apenas do ministério de música. Sendo assim, é de grande utilidade que a assembléia aprenda a cantar o hino para que no momento certo cante em conjunto com o grupo de canto.
Também é pode ser executado alternadamente em dois grupos.( Exemplo: coral - povo )

O Glória é um hino de alegria é útil bater palmas, erguer os braços, repicar os sinos expressando esta alegria. É cantado ou recitado nas missas solenes seja nos domingos ou sábados ou nas festas de Santos.
Canta-se ou recita-se nos domingos fora do Advento e da Quaresma, bem como nas solenidades e festas, e em particulares celebrações mais solenes. É excluído na Quaresma e no Advento pelo fato de um hino festivo não sintonizar com um tempo penitencial.

Uma das características do hino é não ter refrão, no entanto, algumas de nossas assembléias ainda estão desacostumadas, por isso os refrãos ajudarão em sua participação que é primordial.
Baseada no texto oficial do Missal Romano a CNBB também aprovou um texto trabalhado e organizado poeticamente que ajudará na assimilação da assembléia.

Geralmente o Glória não se diz em dia de semana porque se cantado ou recitado em dias comuns perderia o seu sentido da Festa e Solenidade que acontece nos Domingos e festas.

Uma boa referência para leitura: o livro “Cantando a Missa e o Ofício Divino” (Paulus 2004), do músico e liturgista Frei Joaquim Fonseca.

Alguns exemplos de músicas que podem ser cantadas e que seguem de acordo com a liturgia:

- Glória a Deus nas alturas (Comunidade Shalom - CD Na dança da Vida)
- Glória a Deus nas alturas (Comunidade Shalom - CD Ressuscitou)
- Glória a Deus nas alturas (Comunidade Recado - CD Cânticos para missa -faixa 6)
- Glória a Deus nas alturas (Comunidade Recado - CD Cânticos para missa -faixa 7)
- Glória a Deus nas alturas (Eliana Ribeiro - CD Espera no Senhor)
- Glória a Deus nas alturas (Toca de Assis - CD Jesus Sacramentado Certeza do Céu)
- Glória a Deus nas alturas (Padre Ney Brasil)

Recomendo ainda os seguintes sites: Coral São João Batista e Cantemos, pelo grande acervo de músicas que podem ser utilizadas em Missas.

Espero que esse artigo tenha sido de tão grande valor à você quanto foi para mim. Pois com essa pesquisa pude desfrutar de momentos de grande aprendizado e apreciar ainda mais a beleza de nossa Igreja e de toda a sua liturgia.

Deus abençoe!
Jorge

11 de Novembro de 2009

Reunião de Conselho

Arquivado sob: Grupo de Oração, Liturgia - Missa, padres — admin @ 13:17

Queridos, mais uma vez quero deixar claro que não sou dono da verdade e nunca fui, mas abaixo seguem algumas opiniões do Meu Ponto de vista, ok? Espero que sejam úteis a vcs…

O que eu entendo por reunião de conselho é o seguinte: trata-se (como o próprio nome já diz) de uma reunião com os coordenadores de cada pastoral e lideranças de uma forma geral com o fim de resolver possíveis problemas, propor melhorias para igreja, organização de eventos, criação de novos projetos, etc, etc, etc…

No entanto, para se fluir bem uma reunião de conselho e principalmente obter bons resultados (pois é o que esperamos) é extremamente necessário uma boa organização e uma administração firme.
Por exemplo: devemos ter um presidente (ou grande responsável) pela reunião. De preferência o padre ou alguém que ele nomear e que esteja bem claro aqui: deve ser alguém com boa visão geral de todas as atividades da comunidade (por isso acho melhor o padre).
O padre como presidente deste núcleo pode nomear alguns “cargos”, assim fica mais fácil de administrar: um cuidando das finanças, outro responsável por eventos em geral e por aí vai…
Assim, ao invés do padre ficar indo de pastoral em pastoral ele já terá as pessoas certas, os coordenadores ou responsáveis por cada núcleo.

Bom, é claro que na reunião de conselho a presença de um coordenador ou representante direto é mais que indispensável.
E aqui o ministério de música também precisa se impor. Talvez um Coordenador geral dos ministérios ou dependendo de cada realidade haverão dois ou mais representantes. Mas o por quê do ministério de música em uma reunião de conselho?
Porque tudo o que for discutido também terá o nosso aval. E muito mais do que isso: devemos ser um com a Igreja, mostrando que não estamos ali apenas para tocar e ir embora, mas nos preocupamos com o bem estar de todos e que buscamos cada vez mais uma Igreja mais unida, mais Santa e que serve melhor.

Uma reclamação por partes dos músicos que é muito comum de se ver é o seguinte: “Ah, decidiram isso e aquilo na reunião de conselho e nem nos avisaram…” “Ah, agora o ministério de música será obrigado a fazer isso ou aquilo…e eu não concordo…”
Irmãos, por isso é importante a presença do Ministério de Música em uma reunião de conselho, pois quando fazemos a nossa parte ninguém terá o direito de reclamar depois.
Talvez em algumas realidades seja melhor a presença de alguém responsável pela Liturgia de um modo geral, mas é um risco, pois essa pessoa terá uma responsabilidade imensa de manter o ministério de música informado sobre tudo o que estiver acontecendo. E outro problema seria o seguinte: ele tomaria as decisões por nós, o que não é muito aconselhado também. Por isso, melhor participar mesmo…

O ministério de música costuma ser muito atacado nessas reuniões, pois alguns integrantes dizem que não temos compromisso ou que só estamos de “oba-oba”… e mais uma porção de coisas que não são verdades. Somos UM com a Igreja e temos o nosso valor, porém só seremos respeitados e tratados como devemos se fizermos a nossa parte, se mostrarmos que realmente estamos aptos e viver uma cumplicidade verdadeira com as outras pastorais. Eu sei muito bem que cada um deve cuidar do que é seu e não se intrometer na atividade dos outros, mas demonstrar compaixão, interesse e oferecer ajuda aos outros membros da Igreja não é nada demais, aliás é nossa obrigação.

Bom, voltando à reunião de conselho:
- O presidente inicia colocando os assuntos em pauta.
- Cada coordenador já deve trazer seus assuntos anotados, suas datas para possíveis eventos, etc. Nada de ficar lá na hora lembrando sobre o que se tem para falar. Isso só atrasa mais a reunião.
- Esteja sempre presente um representante de pastoral ou ministério, caso o principal responsável precise faltar.
- Evite-se comentários demasiadamente extensos e desnecessários. Isso também gera stress, atrasando a reunião e provocando cansaço nos integrantes.
- Ninguém espera de uma reunião de conselho algo extremamente sério e sem brincadeiras, muito pelo contrário, deve haver sempre um clima de alegria e fraternidade, afinal estamos ali pelo mesmo propósito e somos todos amigos, porém precisamos saber ponderar as coisas, senão cairemos naquela do “fala, fala e nada acontece…”
- Pontualidade “Britânica”. Respeitem os horários e comecem e finalizem no horário estabelecido. Ganharemos mais respeito entre as pessoas, que vão acreditar cada vez mais que ali há um trabalho sério.
- O presidente terá o papel de distinguir quando uma determinada conversa está saindo do eixo e colocar todos de volta à direção certa.
- Reunião de conselho não é lugar de “lavar roupa suja”, ou seja, brigar com os irmãos de comunidade, ou ainda ficar apontando defeitos, etc.
O correto seria expor as falhas/problemas que houveram em algum dia e tentar encontrar uma forma de não acontecer mais. Estamos na Igreja e cadê o exemplo do perdão? Não acreditamos nisso? Então… nada de pecuinhas e brigas…. se for para participar da Comunidade e ficar só querendo arrumar briga é melhor ficar em casa. Por isso, é importante que antes da reunião de conselho haja um momento de oração para que tudo ocorra bem segundo a benção de Deus.

- Talvez uma idéia bem frutuosa seria um caderno de presença com a assinatura de todos os presentes. Por quê disso? Porque é bom termos um histórico, mas além disso, no futuro seria possível saber quem estava presente na reunião quando foi tomada uma decisão específica.

Adquirir uma boa estrutura leva tempo e exige-se não apenas boa administração, mas bom planejamento e compromisso, por isso devemos seguir devagar, um passo de cada vez, e, logicamente sem esquecer de nossa realidade. Não adianta querer implementar algo completamente distante, futurístico, que vimos em algum lugar, pois nem sempre o que é bom para um será bom para nós.

Tenho certeza que muitos de vocês poderão contribuir muito nesse artigo, pois há muito o que se falar ainda…

Grande abraço
Jorge

6 de Novembro de 2009

Nosso valor

Arquivado sob: Fé - Perseverança — admin @ 09:27

Meu recado de hoje é o seguinte: vc é muito mais valioso do que imagina, por isso não se preocupe em fazer com que as pessoas o encontrem… mas deixe que tudo ocorra naturalmente. E o que quero dizer com isso?
Há pessoas que sentem a necessidade de ser amadas, de ser procuradas, de ser valorizadas… e por isso vivem à promoção de si mesmas, tentando de alguma forma chamar a atenção, se expondo para que os outros notem suas atitudes, seus resultados, enfim…

Acontece que Deus nos criou a sua imagem e semelhança, logo somos feitos de amor. Temos uma centelha desse amor em nossa essência, por isso não devemos nos preocupar. Somos pérolas que devem ser lapidadas no decorrer da vida, e deixe-me dizer: não é todo mundo que sabe a arte de lapidar, porque isso exige paciência, exige acreditar e acima de tudo dedicação.
Quem deseja investir em você (seja como um novo servo da igreja, no trabalho ou em um relacionamento) saberá como agir e dará o valor que você realmente merece.

Afinal, somos muito mais valiosos que os lírios do campos… e valemos muito mais que os pássaros….

Deus abençoe!
Jorge

OFICINA DA MÚSICA CATÓLICA | Formação de músicos católicos.