Sempre achei que esse tema era um dos mais fortes, pois do meu ponto de vista é um dos que batem mais diretamente de frente com o inimigo.
Aqui neste tema declaramos Jesus como nosso único Senhor e salvador, renunciando também toda espécie de sorte, superstição, espírito de adivinhação, horóscopo, etc… Abandonamos o velho homem e vivenciamos o homem novo (lê-se também mulher nova), onde seguimos apenas Jesus e apenas à Ele servimos e adoramos.
Sugiro a escolha de músicas fortes nesse dia, por exemplo: O Senhor é Rei, Levanta-te, Declaramos (do Vida Reluz), Podes Reinar, Invocamos, enfim… há uma infinidade de opções. Mas o fato é que ministrar nesse dia é uma experiência única, pois precisamos deixar claro aos irmãos que não há outros deuses, não há outros profetas, mas apenas Jesus, que deve ser o centro de nossas vidas.
Jesus é o Senhor dos milagres, por isso não tenha medo ou vergonha de confirmar essas situações caso o Senhor te mostre. (Ousadia irmãos, mas com discernimento heim).
Como disse no começo é um tema que bate de frente com o inimigo, por isso ele não está nada feliz conosco. Sendo assim, após o seminário é comum vermos situações onde os irmãos passam a ser mais tentados, mais provados. Mas resistam por amor a Jesus. É lógico que seremos tentados, pois o inimigo não quer perder nunca. Mas sei lá… parece que não entra na cabeça dele que ele é um derrotado. Foi derrotado na cruz…
Não podemos ter medo, jamais, pois Jesus está sempre conosco.
No dia do seminário mesmo precisamos estar atentos com as possíveis “mudanças de comportamento” dos participantes. A equipe de servos precisa estar atenta, além de preparada espiritualmente (com confissão, orações, jejum, participação na santa missa). O que quero dizer com “mudanças de comportamento?”
Quero me referir à possíveis manifestações do inimigo. Não quero me aprofundar nesse assunto, mas é preciso deixar claro que sempre incomodamos o inimigo quando servimos a Deus. Então, quando declaramos Jesus como nosso Senhor, quando fazemos renúncias, é comum ver pessoas com mal estar, com momentos de rebeldia, enfim, há diversos tipos de manifestações, até as consideradas mais sérias: diabólicas.
Os servos precisam ter autoridade de saber como lidar com as situações.
O pregador também precisa ter jogo de cintura, pois ele vai mexer muito com o que cada um acredita. (Eu sei muito bem que precisamos fazer a vontade de Deus, mas apesar de firmes em nossa pregação jamais podemos perder a ternura).
Mais do que declarar Jesus como nosso Senhor apenas com nossas bocas precisamos declará-lo Senhor de nossas vidas em nosso dia-a-dia, com nossa postura e testemunho.
Não tem cabimento por exemplo, ir à missa todos os domingos e durante a semana participar de um centro espírita. (Nada contra os espíritas, aliás conheço pessoas maravilhosas que são dessa religião). Mas o fato é que são coisas distintas e não podemos misturar.
Declarar Jesus como Senhor é não pactuar com certas atitudes, por exemplo continuar acreditando em horóscopos ou cartomantes.
E por aí vai irmãos… é muito assunto para falar.
No final deste dia de seminário é bom fazermos uma boa oração. Forte e de coração.
Valeria muito se tivéssemos a presença de um padre para dar uma benção especial, quem sabe até com o Santíssimo.
Outra coisa que seria muito legal seria uma efusão do Espírito. Aqui muitos não concordarão comigo, mas vou dizer o que acho: esse negócio de fazer a efusão só no último dia está errado. Não podemos minimizar a ação do Espírito Santo. Nossos grupos precisam de um reavivamento a cada encontro, em todos as reuniões e dias de seminário. Mas aí é uma questão de ponto de vista, não é?
Isso requer planejmanto, estrutura, servos preparados e boa vontade.
Tire o que for melhor para a realidade do seu grupo e mãos a obra!
Deus abençoe!
Jorge