30 de Setembro de 2008

Salvem os grupos!

Arquivado sob: Grupo de Oração, Coordenadores — admin @ 11:54

Queridos irmãos,
Sempre ouvimos daqueles que estão a mais tempo na caminhada e que passam por muitos lugares pregando, que os grupos de oração estão passando por dificuldades. Ouvimos dizer também que a RCC não é mais a mesma, que o povo não crê como antes, que não reza como antes, etc, etc…

Mas quero clamar aqui: Misericórdia!
Principalmente à vcs, que vêem tantos problemas, mencionam tantos erros, mas pouco fazem para ajudar. É muito fácil simplesmente apontar os erros, mas difícil é caminhar junto, no dia-a-dia e ver como é árdua a luta.

Claro, que muitos irmãos também colocam à nossa disposição preciosos trabalhos, como fitas e vídeos de pregação, livros e apostilas, dando orientações aos ministérios e grupos de oração. A esses irmãos, muito obrigado, pois realmente é difícil estar em tantos lugares e ajudando a tanta gente.

Porém, me refiro aos irmãos que ainda não se abriram ao espírito de compaixão e solidariedade.
Vemos por exemplo, irmãos que já foram coordenadores de grupo ou de ministério e que hoje mal participam do grupo, mas adoram botar defeito. Adoram dizer que na época deles o grupo era desse ou daquele jeito. Que o grupo era lotado e que a graça acontecia. Que o povo era sedento e a doação dos servos era outra…

Olha meus irmãos, com todo o respeito do mundo: eu dispenso esse tipo de comentário, pois fique bem claro que isso não vai edificar ninguém e nenhum grupo. Muito pelo contrário, só vai deixar um peso maior sobre os ombros do atual coordenador e dos servos. Muitos estão se doando sim, estão ralando pela causa, mas que por um motivo ou outro as coisas estão difíceis. E isso precisa ser respeitado.

Hoje, falar que um grupo de oração é pequeno ou praticamente vazio é dizer que é um grupo fracassado, mas eu discordo, pois para dizer isso a pessoa precisa ver o que de fato os servos estão enfrentando de dificuldades e provação. Ninguém sabe ao certo o quanto estão dando de si mesmos e o quanto estão orando a Deus por um milagre ou uma mudança.

Sei sim, que há servos no comodismo e que não querem compromisso. Falam demais e ajudam de menos. Sei que muitos poderiam ajudar, mas na verdade estão atrapalhando, pois levam o emblema do grupo de oração por todo o lugar, mas na realidade não servem como deveria. No entanto, não podemos discriminar os grupos que são pequenos, pois podem ser pequenos em aparência, mas grandes em verdade. Grandes em unção…

Irmãos, muito do que escrevo refere-se aquilo que vivo, por isso conto com a oração de vocês. O grupo de oração no qual participo está vivendo esse momento de dificuldade. Precisamos muito de ajuda e imagino o quanto de pessoas precisam também.
Não vamos criticar tanto os ministérios. Vamos é ajudá-los, apoiá-los… visite outros grupos, vai fazer bem para o ego deles. Vai ser um incentivo tenho certeza.

Por isso, termino esse artigo deixando o endereço do meu grupo de oração. Venha nos conhecer, venha nos ajudar.
Aliás, deixe aqui registrado também o endereço, dia e horário do seu grupo de oração.
(Siga o modelo que vou deixar abaixo).

Assim, vamos conhecendo e salvando todo os grupos que precisam de ajuda.

Deus abençoe!
Jorge
Grupo de Oração Providência Divina
Todos os sábados, às 17h.
Comunidade Sagrada Família (Paróquia Santa Terezinha)
Rua Feres Wardini, 35 - Pq. Savoy City - Sao Paulo - SP

29 de Setembro de 2008

Relacionamento desgastado

Arquivado sob: Grupo de Oração, Fé - Perseverança, Namoro / Casamento, Jovens — admin @ 14:56

Infelizmente é comum o que temos visto em alguns lugares: relacionamentos desgastados. E isto pode se tornar um problema ainda maior quando interfere na atividade dentro da Igreja. Vamos aos exemplos:

- namorados que são do mesmo ministério de música e acabam brigando… o que acontece? Todos acabam sendo afetados, pois não há aquela clima de harmonia;
- casais que servem em um grupo de oração e estão brigados. Interfere na vida dos servos, do coordenador, enfim, fica complicado conversar com um, sendo que o outro não quer colaborar…
- relacionamentos de amizades que duraram por tanto tempo e de repente, se vêem acabar justamente por causa da Igreja. Como assim? Imagine o seguinte: dois amigos de longa data. Certo diz conhecem a Jesus e passam a servir a Igreja, porém, um é mais assíduo na participação. O outro nem tanto. Mas aí acontece que um dos amigos começa a forçar a barra, dizendo que ele precisa se doar mais…. e mais… e mais….
Começa a esquecer que ali existia uma amizade forte e passa a ser um “chato” (desculpe-me pela expressão, mas é verdade), pois o relacionamento começou a mudar.

Tudo na vida desse irmão é a Igreja e não se importa mais com família, com os amigos (e em especial aqueles que não estão na caminhada), também trata com indiferença os colegas do trabalho, afinal, “eles não tem discernimento, não são como eu que “conhecem” a Jesus… não receberam ainda os dons do Espírito Santo…”
Querendo ou não a visão dessa pessoa fica tão reduzida, tão focada, que no fim das contas ela quem é que precisa de uma reflexão sobre sua própria vida…

Deus não quer que nossos relacionamentos se desgastem, muito pelo contrário, Ele é o motivo da nossa alegria e nossa força. Com o nosso testemunho temos que nos apaixonar a cada dia pelos irmãos, pelos nossos familiares e com os cônjuges.
Deus precisa ser algo que atrai as pessoas, não que afaste.
Tem gente que está afastando Deus das pessoas, justamente pelo seu jeito fanático e sem discernimento.

Bom, para aqueles que estão vivendo momentos perturbados eu aconselho: é hora de restaurar o tesouro que você conheceu. É hora de remodelar a obra de arte que Deus colocou em sua vida.
Re-conquiste aqueles que você ama. E isso nem sempre é fácil, pois exige de nós humildade, um pouco mais de paciência, mas principalmente humanidade.
Seja simples e tenha coragem. No começo as pessoas estranharão sua atitude, mas aos poucos perceberão que você deixou “a ficha cair”.

Com perseverança podemos chegar lá. Aqueles que Deus nos como presente não podemos perdê-los assim tão facilmente.

Deus abençoe!
Jorge

25 de Setembro de 2008

Grupo de Oração ou Grupo de Reza?

Arquivado sob: Grupo de Oração, Coordenadores — admin @ 16:38

Eu respeito todas as realidades de nossa Igreja e sei que nem todos são adeptos à identidade da renovação carismática, porém há grupos de oração que são frutos da RCC e deveriam caminhar de acordo com esse tipo de espiritualidade.
Onde estão os dons do Espírito Santo? Onde está a oração em línguas?
É triste sabe que muitos grupos não profetizam, não dão palavras de ciência e sabedoria…. onde estão as curas e os milagres?
Será que as pessoas que estão à frente, como coordenadores, ministros (seja de louvor, de cura, enfim…) não estão crendo com a mesma fé? Será que temos duvidado do poder de Deus?

Se crermos em um Deus grande veremos um Deus grande.
Se crermos em um Deus pequeno veremos um Deus pequeno.

Que Deus você está vendo agir em seu grupo de oração e no seu dia-a-dia?
Por que muitos não estão dando mais os frutos que davam antes?
Por que você tem andado desanimado?
Antigamente você dava o sangue. Vamos lá! Não podemos parar agora, pois o Senhor quer muito mais. Mesmo que pareça estar mais difícil.

Essas perguntas valem para todos nós. E que elas sejam a alavanca a nos levantar.
Vamos lá Renovação Carismática Católica!
Vamos arregaçar as mangas e trabalhar. Força! Oração e ousadia.
Não tenham medo. Apenas é preciso discernimento.

Deus abençoe!
Jorge

19 de Setembro de 2008

Eis aí tua Mãe

Arquivado sob: Maria — admin @ 17:18

Há uma música do Walmir Alencar que é fantástica (aliás, todas são…), pois nos convida simplesmente a amar.
Veja o refrão: “Ama-a…. ama-a…. ama-a…”

Às vezes parecemos estar em uma estrada deserta mesmo e que parece não ter fim. A música diz exatamente a condição em que vivemos, mas ao mesmo tempo a letra nos lembra uma coisa, e que nos dá esperança, pois diz: “hoje deixo contigo FORÇA E DIREÇÃO”.

Se você hoje precisa de força e direção aqui está o segredo: Nossa Senhora!
Maria é singela sim, doce, pura, obediente e silenciosa. Mas não podemos esquecer essa verdade: ela é FORÇA e DIREÇÃO.
Não tenha medo. Confie! E vamos ver do que uma mãe é capaz!

Deus abençoe!
Jorge

18 de Setembro de 2008

A voz que acalma

Arquivado sob: Maria, EU - Jorge — admin @ 16:19

Olá amigos, após algum tempo estou de volta. Quero partilhar com vocês uma grande alegria, e que ao mesmo tempo, acaba justificando minha ausência aqui no BLOG: meu filhinho Rafael nasceu.
Graças a Deus está tudo bem com ele e com minha esposa Jake.

Bom, vamos lá: escolhi o tema “A voz que acalma” pelo seguinte: agora que sou pai vejo mais de perto a importância de uma mãe.
Quando meu filho chora, nem sempre o colo do pai resolve. Nem sempre meus carinhos são suficientes… mas quando vai para o colo da mãe e escuta sua voz é incrível…. o bebê se acalma e a tranqüilidade reina mais uma vez.

Assim devemos ser nós: quando houver turbulências em nossa volta devemos correr para os braços da mãe, para o colo da mãe. Devemos nos apegar à essa voz que nos acalma e nos conforta: a voz de Maria.
Ela que soube amar nos momentos de dificuldade e provação quando seu filho Jesus ainda era pequeno, também sabe como cuidar de nós, pois às vezes somos como crianças indefesas que têm como única alternativa o carinho materno.

Temos ouvido muita coisa… temos experimentado fortes provações, decepções…. e apenas o carinho de uma mãe é capaz de amar acima de tudo isso.
Apeguemo-nos à Maria e deixemos com que o Magnificat desta mãe maravilhosa ecoe em nossos corações e em nossa alma.

Veja uma fotinho do Rafael, nosso filho querido.

Deus abençoe!
Jorge

4 de Setembro de 2008

Seminário de Vida - parte 2

Em um seminário de vida nem sempre é fácil administrar o tempo que temos disponível, pois além dos momentos de louvor, perdão, etc, que já estamos acostumados no dia-a-dia do grupo de oração, ainda há o momento da partilha, ou seja, em grupos que ocorrem partilha geralmente diminuem o tempo da animação.

Aí já vai uma reflexão: porque sempre que precisam de “mais tempo” no grupo de oração, eles pensam em tirar dos músicos?
Veja só: se o pregador precisa de mais tempo que o normal eles dizem: “tudo bem, qualquer coisa nós diminuimos o tempo de animação”.
Se ao final do grupo houver alguma dinâmica, testemunhos, enfim… adivinha de onde eles arrumarão tempo?

Eu entendo que até podemos fazer isso, mas não podemos perder de mente que o ministério de música é algo essencial no grupo de oração. Não é o mais importante, mas não podemos tratar da música como algo secundário, do tipo que “se der pra colocar eu coloco…” Não pode ser assim. Quanto mais em um seminário…

Há coordenadores e servos que não dão o valor que de fato o ministério de música merece. Somos servos como todos os outros. Não somos melhores que ninguém, mas parece que algumas pessoas não dão valor para alguma coisas:
- os músicos sempre chegam antes para afinar e ligar os instrumentos (ou pelo menos deveriam chegar);
- os músicos estão entre os últimos a sair da igreja, pois enquanto todo mundo está em confraternização no final do grupo, nós estamos lá arrumando e guardando os instrumentos. (Fora quando não sobra comida pra gente…rsss… mas é verdade…)
- como já disse antes um bom músico não “faz tudo na hora”. Ele já vem exercendo seu ministério desde casa, quando separou as músicas, fez as leituras do dia, etc…
- o músico que erra ou desafina fica tão em destaque que alguns nos olham com desdém… ou seja, não podemos errar, pois somos julgados…

Não estou me fazendo de vítima e nem defendendo os músicos. Não somos coitadinhos e não precisamos disso. Mas é preciso reconhecer a importância de cada um no grupo.
Assim como os intercessores têm a difícil missão de rezar e rezar, (até mesmo em outros dias das semanas), os músicos também estão ali dando o seu sangue por amor à Deus.
Mas não é justo que alguns considerem o nosso ministério fácil, onde até dizem: “Ah, o ministério de vcs é fácil… é prazeroso….. o meu é que é complicado…”
Como se músico não passasse por provação, tentações…. como se fosse tudo um mar de rosas.

E onde quero chegar com tudo isso?
Para conduzir um seminário de vida é preciso estar com a cabeça boa, ou seja, todo o ambiente em harmonia, sem desavenças e sem competições. Os ministérios devem se ajudar e não criticar um ao outro. O músico precisa estar com a oração em dia, com a espiritualidade em dia…
O seminário de vida muitas vezes é o cartão de visita do seu grupo de oração. Há pessoas que nunca foram no grupo, mas foram conhecer o seminário, porém só irão voltar se gostarem. E aí é que está o segredo: o músico tem grande responsabilidade, pois a sua postura, sua autenticidade está em jogo.
Assim como a acolhida não pode falhar os músicos também não. Falhar não significa errar acordes, mas estou dizendo que o nosso cantar e o nosso conduzir deve ter uma única sintonia. Aquela que caminha de acordo com o RHEMA (a direção de Deus).

Em um cartão de visitas sempre há o nome de contato da pessoa, não é? Pois então… nós músicos somos o contato. Todos os servos são, sem exceção.
Algumas pessoas só voltarão no seminário se esse contato valer a pena.

Deus abençoe!
Jorge

3 de Setembro de 2008

Seminário de Vida - parte 1

A finalidade de um seminário de vida plena no Espírito Santo é levar os participantes ao batismo no Espírito Santo.
Em outras palavras aprofundamos nossa espiritualidade, de tal forma que criamos uma intimidade com o Senhor.

Geralmente os seminários seguem um padrão e vamos ao “esqueleto”, ou seja, como ele é feito:

São 9 encontros, onde a cada semana é abordado um tema.
Normalmente os temas são:

1º Encontro: O semeador
2º Encontro: O amor do Pai
3º Encontro: Pecado e Salvação
4º Encontro: A fé e a conversão;
5º Encontro: O Senhorio de Jesus
6º Encontro: Nossa Senhora
7º Encontro: Perdão
8º Encontro: Espírito Santo
9º Encontro: Vida em comunidade

Os temas podem se diferenciar, porém o mais importante é fazê-los bem e levar os participantes à uma vida espiritual mais rica e profunda.

Ao término de um Seminário de Vida sempre esperamos que no grupo de oração apareçam mais participantes, mais servos… por isso o trabalho deve ser contínuo, ou seja, formar o povo, a aplicação dos carismas… tudo isso não pode ser perdido. Tanto que, para dar um bom andamento ao grupo é necessário criar em seguida um Seminário de Dons, ou seja, um seminário para aqueles que já participaram do seminário de vida.

Bom, voltando ao Seminário de Vida: é importante que o ministro de música saiba como conduzir cada dia.
Por exemplo: não tem cabimento no 5º encontro, onde fala-se sobre o Senhorio de Jesus você falar apenas de perdão. Até porque esse tema ainda será abordado em outro dia.

Um bom ministro de música estudará os temas de acordo com a Palavra de Deus. Pegará as leituras mais indicadas e rezará com elas. Conduzirá todo o grupo sem se desviar do tema central. Os músicos criarão o clima perfeito para que o pregador venha com a mensagem de Deus para nós.
Se você estudar antes, verá que é possível separar músicas que falem a respeito do tema. Quer um exemplo? Seria legal colocar a música “Invocamos”, do Eros Biondini, no dia do Senhorio de Jesus. Outra música interessante seria aquela do Vida Reluz, “Declaramos”, pois ela diz “declaramos Jesus é o Senhor, pois com grande amor veio salvar…”

Então, além de termos as leituras na cabeça e as músicas mais apropriadas, com certeza o seminário fluirá como uma benção.

No meu ponto de vista a efusão do Espírito Santo deve acontecer em todos os encontros, inclusive nos dias de grupo de oração quando não há seminário.
É claro que muitos precisam de formação, a fim de entenderem o porquê das coisas e até mesmo para não se assustarem. No entanto, é nosso papel clamar o Espírito Santo. É nosso papel querer um reavivamento a cada encontro.

Ninguém é obrigado a concordar, mas particularmente me entristeço em saber que muitos de nós deixamos para fazer a oração somente no último dia do seminário, pois assim corremos o risco de não contar com a presença de todos. Assim, estamos dando mais valor apenas para o último encontro.
Você poderá me dizer que é preciso passar por um trabalho primeiro para depois receber a efusão, mas me desculpe, pois não concordo. Se lermos o livro dos Atos dos Apóstolos veremos Pedro dizendo “pode-se negar a água do batismo a estes que receberam o Espírito Santo como nós?”

Em todos os encontros precisamos de uma porção redobrada do Espírito Santo. Em todos os encontros precisamos do batismo e clamar a efusão. Assim nosso grupo será diferente, nosso seminário será diferente. Todos vão querer participar, porque sabem que ali SIM, sente-se a presença e a força de Deus.

Não é uma questão de dignidade, pois não somos mais merecedores do que os outros. Mas o fato é que as vezes colocamos regras demais, freamos a ação do Espírito, mas não podemos fazer isso.

Conduza de maneira diferente. Toque, cante diferente… Os músicos precisam experimentar do Seminário também.
Vocês não estão ali simplesmente para tocar e pronto. Não!
Já vi seminários que fazem momentos de partilha após (ou antes) da pregação, porém nesses momentos os músicos até saiam da igreja, pois diziam que “seu trabalho” naquele momento era aguardar. Imagina!! Os músicos precisam SIM, participar de todos os momentos, precisam de beber da graça, pois não somos cristãos-garçons.
Não estamos ali de enfeite.

Às vezes sinto falta de ver músicos clamando o Espírito Santo. Vejo muitos tocando… e até tocando bem…. muitos cantam com lindas vozes, mas não vejo o ardor, o desejo, a sede do Deus vivo….
Eu quero participar de grupos de oração e seminários, onde ao eu olhar para os músicos eu veja pessoas com desejo intenso de Deus. Que fecham seus olhos, que levantam os braços, que cantam do fundo da alma dizendo: “vem ó Espírito Santo”. Pessoas que de fato querem isso para sua vida.
Não basta simplesmente fazer uma segunda voz ou um solo… ser bom de técnica nessas horas não é o que faz diferença. E para falar a verdade, as pessoas que estão na igreja não estão muito preocupadas com a sua técnica. Elas querem mesmo é saber se com a sua técnica você é capaz de levá-las a Deus.
Esse é o seminário de vida verdadeiro.

Acho que ainda há muito o que se comentar sobre esse assunto. Pretendo continuar em breve….

Deus abençoe!
Jorge

1 de Setembro de 2008

Até onde chega o meu canto?

Arquivado sob: Cantores — admin @ 13:00

Até onde você acha que chega a sua música, sua voz? Só Deus sabe…
Uma vez fomos rezar um terço na casa de uma senhora e logo no final ela disse que gostava de chegar cedo na missa para nos ver cantando. Pois fazíamos assim: chegávamos cedo, afinávamos os instrumentos e passávamos as músicas da missa. Depois com o tempo que restava ficávamos cantando algumas músicas que favoreciam a oração.
Eu nunca podia imaginar que o simples cantar era capaz de tocar o coração de alguém e depois disso passei a levar mais a sério o meu ministério.
Deus pode chegar onde não imaginamos, por isso nunca duvide, não desconfie da unção que está sobre você, pois o SIM que dissemos pode chegar muito longe e nem sempre veremos os resultados diante dos nossos olhos.
Por hora, faça simplesmente a sua parte: cante, toque, ministre… tenha em mente que é sério o serviço que prestamos. E Deus quer tocar sim todos os corações.

Deus abençoe!
Jorge

OFICINA DA MÚSICA CATÓLICA | Formação de músicos católicos.