Música na cabeça
Há músicas que ficam cravadas dentro de nós…
Certamente você já acordou com uma música na cabeça e passou o dia inteiro com ela. Quando você menos esperava, estava lá, cantando novamente… É a força que tem a música.
Repare que muitas canções seculares não falam de Deus, não trazem unção em si, mas as pessoas ficam com elas na cabeça. Passam dias e dias cantando… e por quê isso? Porque trazem em si algo que atrai as pessoas. Talvez a instrumentação em si, em outros casos a mensagem.
Quanto mais a música da Igreja precisa ser assim. Nós músicos temos o papel de levar a música não só com unção, mas precisamos de qualidade também, senão não atingiremos a todos, mas apenas “aqueles de sempre”. E queremos fazer o que nosso Papa João Paulo II pediu: “ir além, avançar para águas mais profundas…”
Chega de se conformar com o básico. Essa fase deve ser superada. Suba mais um degrau, dê qualidade à sua música, à sua voz e por fim ao seu ministério. Suba mais um degrau no seu ministério.
Minha música não pode ser simplesmente bonita, mas precisa marcar. Precisa mexer…
Não se contente simplesmente em fazer acordes, solos ou backing-vocals perfeitos… é preciso mais!
Se você deseja marcar a vida das pessoas com a sua música cante diferente, toque diferente. Coloque mais emoção, experimente daquilo que está cantando. Com certeza isso é levado aos ouvidos de quem ouve. Mas não só aos ouvidos, mas ao coração, porque algumas mensagens são fortes demais e mexem com a história das pessoas.
É isso que queremos fazer Senhor: atingir o íntimo e a história de muitos, mas levando uma mensagem que é Sua e não nossa. Amém!
Deus abençoe!
Jorge