Quem está à serviço da Igreja?
Participei recentemente de um curso de batismo com minha esposa e refleti sobre a seguinte situação: quando chegamos nesse cursinho fomos recebidos pela pastoral do batismo que nos entregava uns livrinhos de música, onde cantamos algumas delas apenas no “gogó”.
E logo lembrei de um dia em que fui convidado a tocar sozinho em um batismo. E a experiência foi muito bonita.
Então pensei: porque os músicos tocam e cantam apenas nas missas e grupos de orações?
Seria interessantíssimo pensar que os músicos poderiam se “candidatar” a participar também de outras pastorais. Ou seja, poderíamos interagir com outras realidades, cantando na abertura de um terço por exemplo, ou até mesmo com a equipe do batismo poderíamos ficar responsáveis pelos cantos. Uma outra coisa legal que poderia ser formada seria uma equipe de adoradores, onde nós levaríamos para esse encontro toda nossa musicalidade também, porque não?
Afinal, “…e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade…” (Jo 4,23)
Olha que lindo: um grupo de músicos adoradores!
Nós músicos poderíamos ajudar também nos grupos de jovens, da catequese, do teatro, entre tantas coisas…
É preciso coragem, iniciativa e discernimento para mudar.
Conte com minhas orações.
Jorge