19 de Agosto de 2008

Doçura de mãe

Arquivado sob: Maria — admin @ 13:24

Há uma música da Comunidade Shalom que diz: “Vem a minha casa ó doce mulher….”
Que coisa mais linda, pois só chamamos a nossa casa aqueles que amamos. Só abrimos o coração para quem de fato gostamos. (Ou pelo menos deveria ser assim…)
E neste caso estamos chamando uma mulher. Uma mulher que é doce, que é mãe.
Uma mulher que João levou para sua casa (confira no evangelho de João, capítulo 19).

Mais felizes seríamos se fizéssemos como João. Mais felizes seríamos se não abrissemos tanto o nosso coração para tantas pessoas… há pessoas que conseguem destruir aquilo que temos de mais belo dentro de nós mesmos. A nossa doçura, a nossa essência, aquilo que Deus criou e deixou para que cuidássemos.

Quantas vezes João não deve ter chorado no colo de Nossa Senhora, onde ali recebeu carinho e conforto. Onde ali sentiu-se fortalecido para continuar a missão de Jesus juntamente com os outros apóstolos.
Quantas vezes ele não deve ter rido também, mas em meio a lágrimas de alegria, pois ouvia as histórias de Maria, dizendo sobre a vida de Jesus quando pequeno.

Quando convidamos Nossa Senhora para nossa casa, estamos convidando-a ao nosso coração.
Faça esse convite e tenho certeza que a experiência será maravilhosa.

Deus abençoe!
Jorge

18 de Agosto de 2008

Deserto Espiritual

Quero escrever a respeito de dois tipos de deserto:

1º Deserto espiritual - é aquele que a pessoa depois de algum tempo já não sente mais a presença de Deus. Sente até mesmo que sua fé já não é mais a mesma e cada vez mais sua vida espiritual está na “secura”…
É muito comum vermos a desistência dos servos, pois a alegria já não existem mais em seus semblantes… a murmúria e a tristeza estão presentes o tempo inteiro.
Mas deixa eu dizer uma coisa: quem vive esse momento não deve desistir e nem desanimar, pois o deserto é algo que acontece mesmo. Todo mundo passa por isso. Se não passou com certeza ainda vai passar. Há pessoas que vivem esse deserto por anos.

Deserto é para os grandes! Lembre-se que Jesus passou 40 dias em um deserto e foi tentado pelo Diabo. Nem Jesus deixou de ser tentado…
Santa Tereza D’Avila viveu anos sem sentir a presença de Deus. Vejam que coisa! Uma santa e doutora da Igreja e não sentiu a Deus por tanto tempo. Por isso você não pode desanimar e desistir.

2º Deserto espiritual - é aquele em que você mesmo busca um momento a sós com Deus, onde afasta-se por algum tempo e busca fortalecimento espiritual. Como funciona isso?

Você se “isola” mesmo e fica em oração, com jejuns, leitura da Palavra e busca ao máximo intimidade com o Senhor. Ao contrário do primeiro tipo de deserto você sente forte a presença de Deus, pois é intenso o momento. Deus fala no fundo da sua alma e quando sair novamente em missão se sentirá seguro, mais forte e feliz.
É um momento oportuno para obter respostas de Deus, para entender algumas questões que estavam pendentes e que antes você não entendia.

Esse tipo de deserto é uma riqueza muito grande, mas nem todos o buscam, pois não é fácil vivê-lo. Justamente pelo nome: deserto é deserto. Não pense que é fácil ou brincadeira, pois a questão não é simplesmente se afastar e orar… é muito mais que isso. É um momento MUITO profundo de intimidade e até mesmo solidão. Você se isola por algum tempo (isso pode levar muitos dias)… passa por provação, em alguns momentos sente até que é loucura, mas se você perseverar com certeza colherá muitas bençãos.

Quando estamos nesse tipo de deserto espiritual não servimos à Igreja como antes. Deixamos nossos trabalhos, atividades, enfim, deixamos muita coisa de lado. Mas tudo por um motivo: à busca profunda de Deus. A busca de intimidade e fortalecimento do nosso espírito. Mas não se trata de uma busca egoísta e individualista, pois tudo é para a glória de Deus e em favor dos irmãos. Nos fortalecemos sim, mas para depois colocar nosso ministério à serviço mais uma vez, porém abastecidos de graça somos capazes de dar o nosso melhor.
Preciso dizer ainda que viver esta espiritualidade não significa se afastar das pessoas, deixar de falar com elas, pois tudo deve ser feito com muito discernimento. Se você tiver condições de se afastar mesmo, como uma viagem, um retiro, ótimo… melhor assim. No entanto, nem sempre teremos essas opções.
Talvez uma dica interessante seja fazer um retiro em um lugar afastado, com outras pessoas, onde você não conheça ninguém.

Certa vez eu li uma frase que dizia: “A solidão a chama, o silêncio a atrai, o deserto a conquista”.
E é isso mesmo. O deserto é o local de encontro com Deus. É um lugar e um tempo forte de oração.

O Senhor nos chama a uma intimidade e quer falar ao nosso coração. Você já foi ao deserto?
Conte-nos a sua experiência!

Deus abençoe!
Jorge

14 de Agosto de 2008

Deixe-se moldar

Mergulhar nas profundezas do coração de Deus é ter intimidade, abrir-se ao Espírito Santo, é deixar com que Deus nos modele por inteiro, é viver a vida nova na qual temos tanta sede.
É a transformação de nossa vida inteira, independente do que já tenhamos feito. Já não importa o homem velho que fomos, não importa o quanto pecamos e o mal que já fizemos. Mas agora somos nova criatura, pois estamos em Cristo Jesus.

Vamos pensar daqui pra frente. Você precisa se levantar meu irmão. Não pare por aí. Não desanime. Seu ministério é valioso e sua vida é uma benção pra muita gente. Pode acreditar.

Se descobrirmos verdadeiramente a riqueza que é ser um homem espiritual, uma mulher espiritual, jamais abandonaremos essa vida, pois é lindo, é maravilhoso ao mesmo tempo que é simples. Assim como diz a música é uma brisa suave que nos toca, invade e toma o espaço do nosso coração. E a luz que chegará até nossa alma dissipará todas as trevas…

Já não há mais lugar para o homem velho, para as coisas velhas e para o pecado. Sim, o pecado está diante de nós o tempo inteiro, mas já não nos preocupamos tanto com ele, pois o Senhor olha para a nossa luta e é isso o que importa.

Solte sua voz e clame, mas com amor:
“Sim Senhor, eu sei que sou pequeno… sei que sou pecador, mas quero te amar… eu sei que te amo Senhor, por isso vem ó Espírito Santo. Brisa leve, tão suave doce Espírito, Santo de Deus…”

Os carismas vão te acompanhar, a doçura do alto repousará sobre seu ministério e a sombra do Altíssimo te envolverá.
É uma questão de abertura. Quanto mais eu rezo, quanto mais eu busco e quanto mais eu quero, assim irei recebendo.
Basta ser fiel no pouco. E o Senhor confiará muito mais!

Deixe-se moldar, pois vale a pena.

Deus abençoe
Jorge

13 de Agosto de 2008

Preparando as músicas para o Grupo de Oração

Vou dizer à vcs como eu preparo as músicas para o grupo de oração, mas esta é uma forma que EU faço, ok? Não é uma regra e ninguém tem a obrigação de fazer do mesmo jeito, até porque existem formas distintas de trabalhar, realidades diferentes, enfim…

Bom, a primeira coisa que eu preciso saber é qual o tema do dia, ou seja, qual a direção que foi “programada” para aquele dia. Se é que há…. Por exemplo: você pode estar no meio de um seminário de vida e o tema do dia é “O Senhorio de Jesus”.
Então não tem cabimento eu ficar cantando músicas de perdão o tempo inteiro… ou apenas cantando à Nossa Senhora.

Alguns grupos gostam de abordar o Evangelho do dia, então eu leio antecipadamente e vejo do que se trata. Assim, as músicas terão sintonia com o tema.
Desta forma o trabalho dos pregadores não fica tão complicado, pois as vezes eles precisam dar uma volta danada para conseguir chegar ao tema. Por exemplo: vc ficou tocando o tempo inteiro músicas sobre Perdão, mas o pregador vai falar sobre o louvor. Aí ele precisa pegar esse gancho do perdão e ir conduzindo até o louvor. (pelo menos um bom pregador que tenha jogo de cintura vai fazer isso).

“A fase dois” é a seguinte: eu rezo com as músicas que eu vou tocar. Como é isso?
Eu toco e canto sozinho em casa. Enquanto isso vou prestando bastante atenção na letra e percebendo qual é a mensagem que ela pode levar aos participantes do grupo de oração. E aí eu vou conduzindo para mim mesmo.
Um exemplo prático: aquela música “Invocamos” do Eros Biondini. Eu a canto e depois fico dedilhando o violão baixinho e dizendo para mim mesmo: “eu invoco Senhor, o seu nome…. que o seu poder alcance todas as pessoas que vão participar do grupo hoje….” e assim por diante.

Não se trata de um ensaio, daquilo que vou dizer no grupo, mas isso é uma preparação. E costumo dizer que isso se chama intimidade com a música, pois você não vai ficar naquela tensão de decorar a letra na hora em que estiver cantando. Não vai ficar preocupado com as cifras, pois você já se preparou antes. Você já entende do que se trata a música, pois já rezou com ela. Você pode até pegar trechos da música e levar para a realidade das pessoas.

Na próxima fase da preparação das músicas para o grupo de oração eu separo por tipo, ou seja, tenho em mente (ou anotado) mais ou menos quantas músicas de cada estilo eu vou tocar. (Aqui vale lembrar que nem sempre as músicas que preparamos são as que na hora nós iremos tocar, pois muitas vezes o Senhor inspira outras. Isso é fato).
Mas na prática é assim: você pode separar umas 6 de louvor, 3 de perdão, 5 de meditação e assim por diante… Aqui o que vale é ter mais músicas do que propriamente você irá utilizá-las. Porque no exemplo acima, se você separou 3 músicas de perdão você verá na hora qual delas se encaixa melhor, entendeu? Não é para tocar todas.

Infelizmente alguns grupos apenas tocam, tocam e tocam…. acaba uma música e começa outra. E não vemos oração… mas também não deve ser simplesmente oração, mas oração com música, pois é disso que estou falando. E a idéia é essa: enquanto você toca determinada música, você conduz uma oração de acordo com ela. Por isso que eu disse que é preciso intimidade, preparação…

Como estou falando da MINHA realidade deixa eu continuar: eu particularmente não gosto da utilização de folhetos. Repito: estou falando da minha forma de conduzir. Pois sei que há muitos grupos que utilizam o louvemos, folhetos….
No meu ponto de vista é bom utilizá-los por um tempo, enquanto os musicistas estão aprendendo ou caso queiram tocar alguma música específica que eles não saibam ainda. Mas o legal é você ir ensinando a assembléia a cantar.

Sabe por quê eu não gosto de usar folhetos ou o louvemos? Porque no meu ponto de vista as pessoas ficam presas à eles, acabam não se abrindo à mensagem, aquilo que a música propõe. As pessoas acabam não batendo palmas, não levantam os braços. Não podem fechar os olhos para interiorização… enfim, acaba-se por perder muito em unção… e mais uma vez o pregador vai ter um trabalho danado para exercer seu ministério.

Aquele que conduz um grupo de oração pode ensinar as coreografias, as letras, o ritmo…
Você pode começar uma música sem os instrumentos e bem devagar para todos aprenderem e depois aos poucos vão entrando todos os instrumentos.
Conduza com alegria e faça o povo bater palmas, olhar para o irmão do lado, interagir…

As músicas que preparamos para o Grupo de Oração têm esse dever, de tocar o coração dos irmãos, seja na alegria ou na meditação…

Finalizando: não gosto de tocar sempre as mesmas músicas, pois o povo pode enjoar… mas também não gosto de tocar só músicas inéditas. É bom mesclar…. se todas as músicas forem novas o povo pode se sentir assim “por fora” do que está rolando…. eles gostam de participar cantando. Por isso não esqueça: é bom ensiná-los e incentivá-los.

Se você quer uma assembléia participativa você precisa incentivá-los. Uma boa dinâmica é aquela onde dizemos: “Agora só os homens. Agora só as mulheres…” E etc, etc…. há muitas formas…

Algumas sugestões de músicas para o Grupo de Oração poderão ser encontradas facilmente na primeira página desse site. O link chama-se “Partilha entre Músicos“.

Bom, ainda há muito o que falar sobre esse tema, pois essas foram algumas coisas que costumo fazer quando vou “preparar” a condução de um grupo de oração. Espero que te ajude.

Deus abençoe!
Jorge

11 de Agosto de 2008

Não é pela força…

Arquivado sob: Grupo de Oração, Coordenadores, Fé - Perseverança, Jovens — admin @ 08:21

Impressionante como Jesus era capaz de convencer as pessoas… e ele não obrigava a ninguém. Não ficava de mau-humor… não ficava de cara amarrada…
No capítulo 4 do livro de Zacarias a mensagem é a mesma: “Não é pela força, mas pelo meu Espírito…”.

Tem gente ficando quase rouca de tanto gritar, de tanto implorar para que os outros lhe obedeçam, lhe sigam…
Esse não é o caminho, pois quando somos cheios do Espírito Santo e cheios de amor automaticamente teremos pessoas ao nosso redor. Pessoas que estarão dispostas a dar o sangue pela causa. Isso é fato!
Jesus chamava apenas uma vez e era o suficiente. Nós ficamos insistindo, insistindo… até que forçamos a barra e perdemos os irmãos de uma vez por todas.

Nesse mês de agosto, o mês das vocações precisamos ter em mente que o chamado deve ser definitivo. Então não adianta ninguém se sentir pressionado a servir na Igreja, no grupo de oração.

Por outro lado, há pessoas com medo de dizer sim à Deus, quando Ele na realidade não está pedindo nada demais.

Difícil foi o sim de Maria, onde precisou mudar seu plano de vida para viver conforme os desígnios de Deus.
Difícil foi o sim de Moisés, que jamais imaginava a missão que lhe esperava…
Difícil foi o sim de Abraão, quando Deus lhe pediu seu filho único…

Se não for pela força, mas pelo Espírito as coisas fluirão.
Então rezemos mais… sejamos mais dóceis… assim os irmãos serão tocados. Assim eles acreditarão que é possível seguir.

Deus abençoe!
Jorge

8 de Agosto de 2008

Namoro na missa

Arquivado sob: Grupo de Oração, Liturgia - Missa, Namoro / Casamento, Jovens — admin @ 08:16

Missa não é lugar de namorar. É o lugar dos namorados. Veja que diferente e que bonito.
Os namorados devem estar juntos SIM na missa, mas não de namoricos…
Desculpe-me falar, mas não é legal você participar de uma missa e ver um casalsinho se acariciando, beijando no pescoço, enfim….

Da mesma forma, no grupo de oração também não é propício ficar o tempo inteiro abraçado, pois ali é um lugar de oração, onde estamos buscando intimidade com o Senhor. Estamos buscando forças, enchendo-nos de bençãos e de paz. Partilhamos com os irmãos nossas vidas e experimentamos os carismas.

O comportamento que um casal precisa ter na missa ou no grupo de oração é o mesmo: mansidão, respeito… e todas as coisas que nós sabemos.
O triste é quando vemos um mal exemplo que vem dos próprios membros da Igreja. E não podemos deixar isso acontecer.

Veja como na Palavra de Deus temos algo sério que pode ser aplicado à nós. Está no evangelho de Mateus 18, 15-17:
“Se teu irmão tiver pecado contra ti, vai e repreende-o entre ti e ele somente; se te ouvir, terás ganho teu irmão. Se não te escutar, toma contigo uma ou duas pessoas, a fim de que toda a questão se resolva pela decisão de duas ou três testemunhas. Se recusa ouvi-los, dize-o à Igreja. E se recusar ouvir também a Igreja, seja ele para ti como um pagão e um publicano”.

Olha aí… aquele que não se comporta está sujeito a ser exposto.

É melhor ter uma postura de cristão verdadeiro. As pessoas admiram isso. Deus se alegra com isso.
Se hoje muitos julgam o comportamento dos católicos é porque não viram aqueles que dão testemunho de verdade. De casais que oram juntos, participam da missa juntos, têm trabalhos em suas comunidades.

Imagine o seguinte: se você estivesse com o seu namorado ou sua namorada diante da Cruz, no dia que Jesus foi para o calvário. Imagine-se em Jerusalém, naquela colina chamada Gólgota.
Como vc se comportaria? Vc seria capaz de ficar beijando o pescoço dela na frente de Jesus?

Desculpe-me pegar um pouco pesado nos comentários, mas a missa tem muita importância e precisamos dar esse testemunho: de quanto valorizamos o santo sacrifício do calvário.
A missa sempre terá lugar para os namorados… lembre-se disso!

Deus abençoe!
Jorge

7 de Agosto de 2008

Tudo ao mesmo tempo

Arquivado sob: Grupo de Oração, Cantores, Coordenadores, Jovens — admin @ 08:54

Uma coisa é você não ter servos suficientes para atender aos ministérios, mas outra coisa é você ter bastante gente para trabalhar, mas achar que só você dá conta, ou ainda, que você é melhor que os outros em determinada função.

Hoje por graça de Deus tenho visitado muitos grupos e vou dar um exemplo: o coordenador está na acolhida, daqui a pouco eu o vejo na animação e condução do grupo. Depois ele está junto com o ministério de música. Em seguida, ele pega o microfone e começa a pregação, por fim, ele dá os recados no final do grupo.
Ou seja, ele está batendo o escanteio e correndo para fazer o gol de cabeça.

Como eu disse no começo: cada realidade é uma história. Lógico que há casos onde o coordenador não tem ninguém para ajudar em determinada função, e com isso precisa se desdobrar para ajudar. E não condeno isso, muito pelo contrário: vemos aí um amor, um esforço…
Mas não concordo MESMO, quando vejo que há músicos, há pregadores, intercessores, enfim existe uma equipe dentro do grupo de oração para exercer seus ministérios, no entanto, os coordenadores querem fazer tudo. Aliás, não se trata apenas de coordenadores, mas há servos que são assim: se consideram de quase todos os ministérios. Ele ao mesmo tempo é músico, é pregador, é intercessor… se há um retiro para o ministério das crianças ele está lá de novo, enfim… parece brincadeira, mas não é.

Não assuma tantas coisas. Não existe um tempo para cada coisa? Assim é também nosso ministério: existe o nosso lugarzinho, que em determinado tempo Deus quer que fiquemos ali.
Claro, você pode fazer parte de mais de um ministério, mas é preciso ver se às vezes não há exageros…. pois é disso que estou falando.

Dê chance aos irmãos também. Não queira fazer tudo. Não importa se o irmão não sabe fazer direito, pois é uma questão de tempo… é uma questão de buscar formação. Se plantarmos vamos colher.
Se você se considera tão bom em tudo porque ao invés de exercer tantas atividades não se preocupa em formar os novos servos? Aí você fica só com um ministério: o da formação.

Repito: não estou pedindo pra você largar tudo o que faz, mas sei muito bem que muitos gostariam de atuar em determinados ministérios e não estão tendo a chance de trabalhar. Ou porque estão tímidos ou porque foram reprimidos… ou ainda: estão vendo que você quer fazer tudo e aí já viu… eles ficam na deles.
Veja se não é o caso de você sentar um pouco também. Deixe os irmãos trabalharem, pois a graça também acontece através deles, pois o grupo de oração não é seu. É de Deus.

Cada coisa em seu tempo. Cada um em seu lugar.
Existe a realidade de cada grupo, mas sabemos muito bem o que se deve fazer, certo?

Deus abençoe!
Jorge

Music for the Catholic Wedding

Arquivado sob: English Articles — admin @ 08:32

Frequently I have received emails of people asking me about Wedding’s Catholic musics. That is so good, but there is something that is important to consider as well: there are musics that they are not catholics, but they bring in them letters great love messages between fiancee, girlfriends and boyfriends. Histories about the begin of relationship and we can’t forget that.

Please don’t think that only catholic musics must be remebered in this moment, because some of them talk us about obstacle, challenges that were faced, but they were overcame. The most important is the message, is the engagement with your love and the to take on a commitment that you will have now.

Of course there are many beautiful Christian musics where we could used it, but don’t feel sad if you would like to want another styles, however we must pay attention in don’t put wonderful musics with a lot of instrumentals, but in their letters don’t speak nothing about our reality that we would like to live.

Well, some sugestions about catholic musics and we are able to use in wedding will be find here, in this website, but they are in Portuguese language, however you are able to acces the following link:
http://www.popular-wedding-songs.com/catholic-wedding-songs.html

I would like to see your comments here in this website.

God bless you!

Jorge

6 de Agosto de 2008

Dificuldades no Grupo

Arquivado sob: Grupo de Oração, Coordenadores — admin @ 15:27

Não é a música que se tornou rotineira… não é o pregador que está menos ungido…. também não é o intercessor que deixou de rezar…. a acolhida também não está falhando….

O que estamos enfrentando em nossos grupos é uma soma de fatores, onde muitos estão sobrecarregados e com o tempo acabam por fazer tudo e nada ao mesmo tempo. Ou seja, faz-se muita coisa, mas não se faz bem feito, ou pelo menos não é mais feito de coração.

Entre tantas coisas que poderíamos citar, se os grupos estão vazios é porque o stress nos visitou e agora não estamos conseguindo administrar direito.
A má administração causa divisão, mais stress entre os servos, causa sobrecarga nos irmãos que antes serviam com prazer e alegria.
A má administração não reconhece os irmãos que se doam por amor. Não se diz mais obrigado, não interessa mais a vida particular. É só trabalho e trabalho…. não se procura saber mais da vida dos irmãos. O servo chega na igreja e já ganha trabalho, afinal você “está aqui para servir e não para ser servido”.
Somos como que, devorados…. é pressão total….. Ninguém lembra que somos seres humanos e também precisamos de abastecimento.

A acolhida e o zelo não é só para os novos, não é apenas para a assembléia que participa. Mas os servos também precisam se sentir amados e acolhidos. Se isso não acontecer as dificuldades se tornarão maiores no grupo e a tendência é a ruína dos ministérios. Isso quando não afasta os irmãos da igreja…

Dificuldades todos nós temos, mas se corrigirmos alguns detalhes que consideramos pequenos, tenho certeza que muitas coisas grandes serão corrigidas automaticamente. É uma questão de tempo…

Não perca a fé. Não perca a esperança.
As sementes que você plantou não foram em vão. Continue regando… mas não coloque tanta água….. cuide com carinho….
Quem ama diferente colhe resultados diferentes.
Será que não é o caso de uma nova postura?
Muita gente vai te seguir, pode apostar….

Deus abençoe!
Jorge

4 de Agosto de 2008

Cuidado. Vigiai!

Uma coisa é certa: se você não tomar cuidado vai cair… Vai cair sim….
Se não vigiar cedo ou tarde cairá na cilada do inimigo. É uma questão de tempo…
Não adianta querer dar uma de durão, de que comigo não acontece, enfim…. se não for vigilante vai ser pego.

Nossa vigilância precisa ser levada mais a sério.
Desculpe-me a força da expressão agora, mas não interessa se você não está com dificuldades, se está passando por provação, se está em depressão…. pegue o seu terço, reze! Não perca tempo, é urgente!
Talvez você já tenha esperado demais. Não espere chegar determinada situação. Não espere sua fé “melhorar”. Isso não existe, pois você que precisa correr atrás.
Procure tempo. Não seja vencido por ele. Reze no ônibus, na fila do banco, enfim, reze, leia a Palavra, aprofunde-se na espiritualidade e não saia mais dela, pois aqueles que se consideram firmes podem cair sim.

Ser vencido pelo inimigo é muito fácil, porque ele apresenta coisas boas pra gente. Coisas que nos alegram (ainda que por algum tempo), coisas que dão prazer e nos satisfazem.
Mas vai durar por apenas algum tempo. Depois você é candidato à tristeza e depressão, candidato à revolta e indignação consigo mesmo. Não queira passar por isso.

Volte para aquela espiritualidade que um dia você teve. Aliás, mergulhe mais ainda no coração de Deus, porque o tempo está passando e muitos estão sendo vencidos… e como eu já disse aqui algumas vezes: nós somos escravos de quem nos vence. Por isso, se caiu é melhor levantar-se. Se está no fundo do poço você só tem uma saída: para cima.
Não importa o tamanho do seu pecado ou do erro que você cometeu. Agora não tem jeito: levante a cabeça e vamos em frente…. se pecou, fazer o quê? Somos seres humanos… somos fracos…. mas não fique mais escravizado.
Quebre estas correntes agora mesmo em nome de Jesus.

Meu irmão, minha irmã… todos nós estamos sujeitos. Eu também não sou santinho. Eu também sofro tentações. Eu também passo por desânimo e dificuldades. Mas eu não posso parar se algo aconteceu.
Ninguém está livre disso. Todos nós somos alvo do inimigo. Por isso, além de desviar das flechas inflamadas é melhor estar com o escudo da vigilância.

Vamos! Bola pra frente. Chega de mornidão.
Levante-se e tenha coragem!

Bom, esse é meu grito de alerta de hoje. Espero que vc me leve a sério.

Deus abençoe!
Jorge

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